terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Muito mais que um beijo.

     
O último capítulo da novela da Globo, AMOR À VIDA, protagonizou um divisor de águas na dramaturgia da TV aberta: o beijo gay.      
     Não discuto aqui a questão homossexual, mas alerto que esta cena é mais política do que artística.
     É sabido que uma parcela de evangélicos tornou-se, nos últimos anos, opositores ferrenhos do movimento GLTBS. Digo "uma parcela", pois entendo que o cristão de fé protestante tem como princípio de vida o "amai o próximo como a si mesmo", onde a expressão "próximo" refere-se ao ser humano num sentido universal. Não levanta a bandeira "anti gay", pois esta bandeira não está disponível no cristianismo clássico. A não aceitação da prática homossexual, para estes, é uma questão de crença e não política. 
     "Uma coisa é a homofobia, que é odiar, agir com preconceito e violência contra quem não segue esse padrão de vida; outra é ser um cristão e não aceitar o padrão do mundo atual, em que o valor do prazer pessoal deve ser imposto como padrão absoluto para a sociedade e a família. Como cristãos temos que amar a todos, inclusive os que vivem fora dos padrões da Bíblia, e vivermos sob os princípios da Palavra de Deus, seja na questão da sexualidade ou sob qualquer outra área de nossas vidas" - Carlito Paes, blog da PIB de São José dos Campos (*).
         
     Por isso afirmo que o alvo da Globo foi fazer o cristão evangélico se "desarmar" de sua aparente atitude "anti gay", por uma sinalização clara.
     Primeiro sinal: nesta novela, teve-se o cuidado de não apresentar caricaturas de evangélicos, mas aspectos socialmente aceitáveis. Com isso a Globo intencionou trazer o "crente" para a sala de TV no horário de exibição.
     Outro sinal, não menos importante, foi a aparente mudança de caráter ocorrida no personagem "Félix", brilhantemente interpretado por Mateus Solano. Fica evidente que, o que importa, é ser "boa pessoa", independente das práticas sexuais, sabendo que nunca somos bons o suficiente, diante da perfeição de Deus. Todos somos carentes da graça do Senhor.
     Por último, o beijo ocorre no último capítulo onde autor e diretor carregaram no aspecto emocional, entremeando cenas de casamentos, reconciliações e festividades com a cena principal, que foi a reconciliação entre o pai, Cesar (Antônio Fagundes) e o filho (Mateus Solano), numa cena bucólica durante o por do sol.
     Esta sinalização deve ser observada por todos os que acreditam na Bíblia como a inerrante Palavra de Deus, que criou o ser humano à sua imagem e semelhança, nos dizeres do Gênesis: "homem e mulher os criou".  A não aceitação da prática homossexual deve ser encarada, repito, como uma questão de fé e não política. Deve haver respeito de ambas as partes. 
     Penso que esta questão ganhará cada vez mais espaço na mídia, exatamente no horário onde o povo brasileiro está mais relaxado, diante da TV.  Numa sociedade democrática, a liberdade de expressão garante isso.
     "Liberdade de expressão é o direito de manifestar livremente opiniões, ideias e pensamentos. É um conceito basilar nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral" - Bruno Fontenele Cabral.
     A mesma liberdade propalada pelo movimento GLTBS, é também direito dos que acreditam na Bíblia e a praticam. 
     A liberdade de opinião deve ser garantida, de ambos os lados, sem a famigerada militância, tão danosa ao convívio social. 


(*) Carlito Paes - http://pibnet.com.br/portal/index.php?option=com_k2&view=item&id=243:o-beijo-gay-da-tv-e-sua-fam%C3%ADlia

sábado, 8 de fevereiro de 2014

O amor é tudo? Como assim?

     
     Acho engraçado a forma como cristãos ligados ao movimento da igreja emergente, entendem a palavra "amor". Está cada vez mais acentuada a ideia de que "falta amor" nas igrejas (de um modo geral) e que "o amor está acima de tudo, inclusive da teologia e doutrina". 
     
     Algumas frases interessantes inundam as redes sociais: "A igreja é hospital, não tribunal". No meu ponto de vista, nem uma coisa nem outra. A igreja é agente do Reino de Deus e anuncia as boas novas de salvação. Agrega em seu seio os que "nascem de novo" pela fé. Poderia ser chamada de "berçário" ou "playgroud", de acordo com o Apóstolo Pedro em sua 1a. carta, capítulo 2, versículo 2. 

     Não quero dizer que não há problemas na igreja, e que o ministério cristão é exclusivo "ao mundo". Pelo contrário. O "uns aos outros" está embutido na comunhão cristã, onde devemos nos exortar e nos perdoar mutuamente. O que  é inaceitável é a alcunha de "hospital". Essa analogia não é encontrada na Bíblia. A igreja é qualificada como "lavoura de Deus", "casa de Deus", "corpo de Cristo", e por aí vai. Não há menção da igreja como um conglomerado de mutilados, insanos ou enfermos.

     Por outro lado, a crítica acusa a igreja de ser "um tribunal", onde uns estão julgando outros, disciplinando, expondo e excluindo, numa forma bizarra e anti bíblica de lidar com as "dificuldades" humanas. 

     Acredito que muitos abusos ocorreram e ocorrem ainda, onde homens autoritários, desconhecedores da legítima autoridade espiritual, mandam e desmandam sem critério, sem reflexão, sem fundamentação bíblica, machucando e prejudicando o desenvolvimento espiritual de muitos. Porém, os filhos de Deus, renascidos pela fé, prevalecerão, pois são "igreja gloriosa do Cordeiro". Não há nesta terra, uma "autoridade eclesiástica" que consiga impedir a obra de Deus na vida de seus filhos, renascidos pela fé.

    Por outro lado, é missão da igreja, sim, exercer juízo em seu interior para preservação de sua santidade e da honra do nome de Jesus, a quem deve espelhar na terra (1a. Co 6). A igreja necessita exercer juízo em seu interior, para sua própria saúde espiritual. Os teólogos emergentes afirmam que o cristão deve seguir Cristo e não Paulo. Que o que Cristo disse tem que prevalecer sobre o que Paulo ministrou às igrejas. 

     Pois bem. Acho que Paulo foi, então, um bom seguidor de Cristo, pois foi o Mestre quem disse:   "Se um irmão pecar contra você, vá a ele particularmente para que possa ficar frente a frente com sua falta. Se ele lhe atender e confessar, você ganhou de volta esse irmão.  Mas se não conseguir, leve então um ou dois outros com você e vá a ele novamente, provando tudo quanto você diz por meio dessas testemunhas.  Se ainda assim ele se recusar a atender, então leve o seu caso à igreja, e se a decisão da igreja for favorável a você, mas ele não aceitá-la, então a igreja deve excomungá-lo" (Mateus 18:15 à 20 - Bíblia Viva).

   Igreja que ama, exorta, reprende, disciplina e, se necessário, em última instância, exclui. Se à igreja foi dado o poder de batizar (incluindo), também lhe foi dado o poder de disciplinar, (excluindo). Amar é isso.

    A propósito, uma outra frase, também extraída de redes sociais, serve de contra ponto a frase analisada ao longo deste artigo: "quem poupa lobo, sacrifica ovelha".

sábado, 4 de janeiro de 2014

"Santa Ceia" em novela da Globo!? É o Apocalipse!

     
    Alguns acharam o máximo enquanto outros abominaram. 
     Kleber Lucas aceitou fazer a ponta na novela no lugar de Aline Barros. Desde então, Aline "cresceu" ao rejeitar o convite e Kleber Lucas... bem o Kleber Lucas terá muito tempo para se explicar.

     Me causa certa repulsa o fato de uma santa ceia ser simulada em horário nobre com atores e figurantes dançando enquanto o pão e o vinho é distribuído. Trata-se um momento sagrado demais para ser usado para alavancar a audiência do plin-plin. 


     É fato que a Globo está de olho no mercado gospel com seu duvidoso interesse pelo  "Troféu Promessas". Não é de hoje que vem incluindo em seus roteiros, cenas alusivas a cultos protestantes. O que me causa espanto é saber que há pessoas que não vêem mal algum nisso e ainda acreditam ser um "mover de Deus", como se o Espírito Santo precisasse da audiência das novelas para alcançar os corações dos telespectadores. 


     Que me desculpem os que pensam de modo contrário, mas quem conhece 1a. carta aos Conríntios, capítulo 11, precisam discordar. A Santa Ceia é sagrada demais para estar em horário nobre na rede Globo, como parte integrante de uma novela que ensina, sem o menor pudor, atitudes e práticas contrárias ao cristianismo.


     "Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor. Examine-se o homem a si mesmo, e então coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação" (1a. Co 11:26 à 29).


     Além disso, "ai daquele que tomar o nome do Senhor em vão", diz a Palavra. Há muito se tem brincado com o Nome mais Sagrado e Sublime. A cultura gospel foi longe demais. Em sua tentativa insana de parecer menos careta e mais inserida, mais "jovial", mais "antenada",  está ultrapassando limites proibidos pelo Senhor. Enquanto  Testemunhas de Jeová, Mórmons e Muçulmanos não abrem mão de seus valores e crenças, o meio "gospel" brinda com Mamón.

     
     Parabéns a Aline Barros que recusou o convite. 

     Te cuida Kleber Lucas, pois pode estar fazendo o que Sadraque, Mesaque e Abdenego não fizeram (Dn 3:13 à 20). 


     Que Deus tenha misericórdia de nós.

     

sábado, 14 de dezembro de 2013

E se Jesus não tivesse nascido...

     
     Esta é uma especulação aparentemente tola, mas que pode ajudar-nos a conhecer melhor o personagem bíblico que mais influenciou o mundo em que vivemos.
     Se Jesus não tivesse nascido, temo que a condição da mulher seria outra, pois ninguém fez tanto pela mulher quanto Jesus Cristo. Numa época em que mulheres não eram contadas nas genealogias, não podiam falar em público (nem com seus esposos) e não possuíam qualquer direito civil, o Filho de Deus assumiu forma humana "nascido de mulher" (Galátas 4:4), fazendo daquela menina a mais famosa entre as mais famosas mulheres. Ao receber a notícia de um anjo, fez a impressionante previsão: "doravante todas as gerações me considerarão bem aventurada"(Lc 1:48). Palavra dita, palavra cumprida. 
     Mas Jesus não parou por aí. À mulher apanhada em adultério (num flagrante ato de machismo covarde) Jesus disse: "ninguém te condenou? Eu tão pouco te condeno. Vai e não peques mais". Uma atitude de grande coragem numa sociedade em que a mulher era tida como um "pouco melhor" que um animal.
     Se Jesus não tivesse nascido não sei o que seria das desigualdades sociais. Os principais movimentos contra a segregação racial foram levados a efeito pelo cristianismo. Personagens como Martin Luther Kink e Nelson Mandela foram inspirados pelo mesmo Cristo que levou Paulo a fazer a mais contundente e extraordinária afirmação contra a segregação racial de que se tem notícia. Ao dirigir-se aos cristãos na Galácia afirmou "Todos vocês são filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus, pois os que em Cristo foram batizados, de Cristo se revestiram. Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus" (Gálatas 3:26 à 28). E ainda: "Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos (Colossenses 3:11).
     Se Jesus não tivesse nascido, não sei como seria o mundo sem os movimentos de ajuda humanitária. Saiu dos lábios de Cristo a mais transformadora frase de todos os tempos: "ame ao teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 22:39). A Cruz Vermelha Internacional nasceu sob o impulso do cristianismo e muitas outras organizações humanitárias surgiram sob a sua sombra. A valorização do ser humano sofreu uma drástica transformação após o nascimento e expansão da igreja. Conforme o cristianismo avançava do oriente médio para a Europa, Ásia e África a mensagem do amor e da misericórdia do "judeu crucificado em prol de vis pecadores" foi combatendo toda barbárie e violência do homem contra o homem. Nas arenas, seres humanos eram devorados por animais por pura diversão. Com o advento do cristianismo, esta prática foi sendo eliminada.
     Enfim, se Jesus não tivesse nascido, não teríamos os "DESAFIO JOVEM" (clinicas de recuperação de drogados), não teríamos as "SANTA CASA DE MISERICÓRDIA", não teríamos CRISTOLÂNDIA, ong cristã instalada na famigerada "cracolândia" na capital paulista. Um exemplo de movimento humanitário para o mundo. 
     Enfim, historiadores ao longo dos anos, atribuem ao cristianismo as principais conquistas sociais como o surgimento dos hospitais, das universidades, da alfabetização em massa, da iniciativa privada, do governo representativo, dos direitos civis, da abolição da escravatura, da ciência moderna, do desenvolvimento das artes e principalmente, da salvação de almas eternas, por meio da fé naquele que disse: "Eu sou o caminho e a verdade e a vida" (Jo 14:6).
     Se Jesus não tivesse nascido eu não poderia estar escrevendo este artigo, pois em Março de 1981 Jesus Cristo  interrompeu a espiral descendente de degradação em que eu me encontrava e que fatalmente me levaria a uma morte prematura.
     Amigo, Jesus nasceu e esta é a mais importante notícia que já foi veiculada. Aceitando ou não, sua vida está inescapavelmente entrelaçada com a vida de Jesus. Sua morte de cruz tem um significado. Descobri-lo, reconhecê-lo e aceitá-lo é a essência da fé cristã, da verdadeira saúde mental, física e emocional, e mais do que tudo: da verdadeira vida espiritual, que começa aqui e jamais terá fim.
     Pense nisso.
     sergiomarcos59@hotmail.com
     

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Política limpa, cultura brasileira e "vamo que vamo".

A cultura brasileira tem sido uma cultura de corrupção. É utópico falar em erradicação da corrupção no Brasil. Os cientistas políticos afirmam que não existe país onde não haja corrupção. O que existe são os mais corruptos e menos corruptos, pois onde houver ser humano, haverá corrupção. Deixemos o planeta Marte em paz.

            Para que servem os partidos?
            Os partidos existem, não para proporcionar um governo melhor, mas para promover interesses egoísticos, todos os partidos, não poupo nenhum. Agem por competição, vaidade pessoal e em muitos casos, por pirraça mesmo, pura vingança.
            Outro dia abordaram um cidadão comum perguntando se era de direita ou de esquerda. “ – Sou brasileiro”. Nada mais sábio. O problema da política é o partidarismo e seus ideias pessoais (para não dizer familiares, amigos de infância, ou de bar). Precisamos de políticos que digam com orgulho: “- em matéria de política partidária, sou brasileiro”. O que importa é  se a proposta visa o que é honesto, lícito, bom para a população em geral. Simples assim.

            “Para-políticos”.
            Quem são eles?  São os detentores do poder maior: o poder aquisitivo. Não me iludo. E você, não se iluda também. Os que mandam no Brasil não se candidatam, não tem bandeira partidária. Fazem lobby. São os reais (quase falei verdadeiros) “manda chuvas” da nação. São, em média, acionistas de grandes empresas ligadas ao ramo da construção civil (ou das comunicações) ou bastiões de alguma grande multinacional. Mandam e desmandam na política como seus reais governantes. Se um dia isso acabar, as urnas funcionaram de verdade.
           
O Político acima de tudo.
            Você pode me achar um tanto pessimista. Acertou. “Maldito o homem que confia no homem”, diz o Livro de Deus. Mas “bendito é aquele que confia no Senhor” (Jeremias 17:5,6,7). Eu acredito em Deus. Caso contrário, só me restaria uma bala na cabeça. Sei que Deus é o Poder Superior (não sou maçom) que, acionado por meio da oração humilde, movida por interesses altruístas, é Aquele que “muda o tempo e as estações, remove reis e estabelece reis; ... dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes” (Livro do Profeta Daniel, 2:21).  Acredito que haja pessoas sinceras na política e que continuem assim após um segundo mandato, o que é raro.  Acredito nisso por acreditar num Político acima de tudo e de todos. Um Político que não se corrompe, não muda, não sofre pressões, não se intimida, não se curva diante de ninguém e cuja proposta é limpa, ampla, objetiva, exequível e de recursos inesgotáveis. Quem é esse político? Leia o Salmo 23 e descobrirá.

            Viva o Brasil!  E tenha fé, muita fé. E "vamo que vamo".

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Matou a família e postou no Youtube.

   
     Os crimes entre desconhecidos estão perdendo lugar na mídia. Foi-se o tempo que nas manchetes tínhamos: "matou amante da mulher a facadas", "matou patrão com dois tiros na cabeça", "assassinou vizinho por noitada barulhenta", etc. 
     Já era. Hoje os crimes estão acontecendo em família. O lugar mais seguro da Terra, transformou-se num circo de horror. Pais que atiram filhos pela janela (os Nardoni), filhos que matam pais a pauladas (Suzanne Von Richotofen), filho que mata pai e madrasta (Gil Hugai), esposa que esquarteja marido (caso Yoki), menino que assassina a família e se mata (Marcelo Pesseghini) , e a última: mãe acusada de matar as duas filhas adolescentes. Não se admire com a seguinte manchete: "matou a família e postou no you tube".

     De quem é a culpa?

     Creio que está acontecendo uma tragédia social inusitada, prenúncio do fim. Estamos atingindo o fundo do poço.
     Acredito que a culpa não é do tráfico e/ou consumo de drogas; não é dos video games violentos; não é da corrupção ou qualquer outro mal. A culpa é da religião. Isso choca você? Não deveria.
     Quando me refiro a "religião", falo dos sistemas religiosos. Todos eles. Não poupo nenhum. 
     Quando o delegado encarregado do assassinato dos Von Richtofen  foi entrevistado por uma rede de TV aberta, sobre o que estaria faltando para a juventude brasileira, sem pestanejar, bradou em rede nacional: "-Está faltando Deus". Acertou em cheio. Está faltando Deus. O poder sobrenatural de Deus, os valores eternos de Deus, os princípios imutáveis de Deus, a revelação dos atributos de Deus, a santa Palavra de Deus. A culpa é de quem deveria nos apresentar Deus e nos está entupindo de religiosidade.

      Malditos religiosos!

      Os fariseus eram criteriosos observadores da lei mosaica, praticantes da caridade, pregadores incansáveis e vigilantes da doutrina de Jeová. Eram super conceituados na sociedade e tinham o respeito das autoridades romanas. Mas Jesus os atacou veementemente dizendo:   "Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês fecham o Reino dos céus diante dos homens! Vocês mesmos não entram, nem deixam entrar aqueles que gostariam de fazê-lo" (Mateus 23:13). Essa acusação é gravíssima. Jesus lançou sobre eles a culpa de entulhar a porta da salvação. Jesus atribuiu a eles, os "puro sangue" de Israel, a culpa pelo estado deplorável da espiritualidade de sua época. Em todo seu ministério, os fariseus e líderes judaicos tentaram criar embaraços ao ministério de Jesus e esse sempre os colocou como cúmplices das trevas.   "Disse-lhes Jesus: 'Se Deus fosse o Pai de vocês, vocês me amariam, pois eu vim de Deus e agora estou aqui. Eu não vim por mim mesmo, mas ele me enviou.  Por que a minha linguagem não é clara para vocês? Porque são incapazes de ouvir o que eu digo.  'Vocês pertencem ao pai de vocês, o diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira" (João 8:42 à 44).

      Preste atenção.

     Religiosos, ouçam o que lhes falo. Ninguém obterá a salvação por  haver abandonado os vícios, ou por ser um bom cidadão, ter adotado uma boa filosofia de vida e dar parte de seu dinheiro para ongs que cuidam de deficientes, crianças em vulnerabilidade social ou idosos carentes.  Só há um caminho para o céu, uma única porta de entrada, uma única senha de acesso, um único prestador de serviço, um único canal: CRISTO. Nenhum sistema humano possui procuração divina para inscrever, quem quer que seja, no Livro da Vida. Só Jesus de Nazaré tem esse poder. Só Jesus liberta. Esse poder foi conquistado em sua espetacular encarnação, em sua vida irrepreensível, em sua morte vicária e sua estupenda ressurreição. Mesmo sendo totalmente Deus e totalmente homem, Jesus conquistou essa condição. 
     Parem de "vender a fé". Parem com esse marketing religioso. Apaguem as luzes e encerrem o show. Curvem-se diante do único que possui autoridade no Céu e na Terra: JESUS. Admitam a falência da religiosidade marketeira, doentia, estéril e vazia. Removam todo entulho de seus costumes, dogmas, rituais, performances, chavões e mantras. Só Jesus Cristo salva.

     Libertação para as famílias.

     Os fariseus ficaram "possessos"  quando Jesus lhes disse que precisavam ser livres. Retrucaram imediatamente: "somos filhos de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém". Cheio de autoridade, Jesus devolveu: "Se Abraão fosse, de fato, pai de vocês, vocês imitariam a fé que ele teve". E acrescentou: "se o filho vos libertar, serei verdadeiramente livres". 
     É isso que a família brasileira precisa ouvir. Não um sistema do "faça isso que você melhora sua condição com Deus", mas "veja o que Cristo fez por você e arrependa-se".
     Sua família pode ser melhor. Sua família pode ser liberta. Não importa como ela se encontra. Jesus pode trazer libertação, paz e harmonia. Não tente com a religião. Simplesmente não funciona. Volte-se para Deus mesmo, em Pessoa, por meio de Jesus, a quem Ele mesmo providenciou para ser único, fiel e Todo Poderoso, com poder para trazer libertação. A imoralidade escraviza. A droga escraviza. A falta de perdão escraviza. Mas Jesus Cristo liberta. Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Creia nisso.
     Só Jesus Cristo salva.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Pátria de chuteiras? Nunca mais!

     O que tenho assistido nos telejornais (sérios) tem me levado às lágrimas. Sou da década de 1950 e  acompanhei 3 dos 5 mundiais ganhos pela seleção. Praticamente vi nascer a tão falada "pátria de chuteiras". Nossa baixíssima auto-estima de "terceiromundistas" ficava suspensa diante da conquista de um mundial. Nos sentíamos grandes e imponentes. Na época, o hino nacional e a bandeira brasileira só eram usados pelo povo, em dias de Copa do Mundo. O que vejo hoje nas ruas é surreal! Mais pessoas do lado de fora protestando  do que dentro, torcendo. Precisei me beliscar  para ter certeza de não estar sonhando.
    Amo futebol, mas reconheço que o povo brasileiro despertou para a sua verdadeira vocação:  participação,  envolvimento,  combate! Hoje podemos cantar: "verás que o filho teu não foge a luta" sem aquele gosto amargo da hipocrisia.
     Acredito que as próximas eleições serão bem  diferentes das últimas. Acredito que o processo de reforma política iniciado pelo povo durante a copa das confederações não retrocederá. Acredito que o que ocorreu nestes últimos dias foi uma legítima obra de Deus, em resposta a oração de seu povo. Acredito que a igreja cristã e evangélica brasileira se levantará e exercerá sua vocação intercessória. É agora ou nunca. Deus está abalando os alicerces da corrupção em nosso país. 
   Devemos todavia nos lembrar que:
1) Só Deus pode nos proporcionar uma vitória verdadeira e duradoura (Pv 21:31).
2) Cada cidadão deve praticar a honestidade e transparência em sua vida pessoal para ser digno de um governo do mesmo calibre.
3) A igreja deve eliminar as barreiras criadas por uma teologia distorcida, estrangeira e formar uma cosmovisão cristã fundamentada na Bíblia que promova os valores do Reino de Deus nos mais variados segmentos da sociedade.
4) Nas urnas, devemos votar em quem tem história, ficha limpa e vergonha na cara. Se não houverem candidatos que cumpram estes requisitos, votar em ninguém.
5) Que continuemos a gostar de futebol, o esporte mais popular do planeta, mas jamais colocá-lo no lugar de Deus, ou dos valores essenciais para que uma nação seja considerada justa.
     Se isso acontecer a partir destes dias históricos, com certeza diremos sem temor: a pátria de chuteiras finalmente assumiu sua nova identidade de "pátria amada, idolatrada".



       Salve, Salve!

sergiomarcos59@hotmail.com

Livro CIDADE VIVA foi lançado em Santa Rita.

No ultimo dia 04 de Março, no Anfiteatro do Centro Cultural Mário Covas foi realizado o lançamento oficial do livro CIDADE VIVA de autoria d...